HDR / HDRI

O HDR (High-dynamic-range imaging) é uma técnica de fotografia que faz com que se capture mais “amplitude de luz” numa imagem.

Já aconteceu a todos fotografar aquele caminho para a praia e o céu ficar branco ou, no meio de um bosque, fotografar as copas das árvores e os troncos ficarem pretos.

O que se passa é que a “amplitude” dos sensores ainda não conseguem captar tudo o que o olho humano consegue ver e, se o cenário tiver muita amplitude de luz é normal ficar qualquer coisa “queimada”/sub-exposta.

Com o HDR conseguimos expandir essa amplitude para qualquer valor. É possível ter o sol de frente e uma sombra para uma cave, na mesma foto, e obter um céu azul e ver os barris dentro da cave.

O HDR é sempre composto de múltiplas exposições e pode ser feito de forma automática (AEB – auto exposure bracketing) ou manual (fazendo variar os tempos de exposição de algo “rápido” para obter o céu azul até algo lento para obter o detalhe da cave, por exemplo).
Nota: o AEB serve para mais coisas além de criar imagens HDR.

Para fazer um Exposure Bracketing manual é altamente aconselhado o uso de tripé uma vez que implica retirar a máquina do enquadramento, olhar, ajustar, voltar a colocar a máquina no enquadramento e isso vai provocar um desalinhamento das imagens. No caso do AEB, embora também seja aconselhável o tripé, dependendo da distância focal, pode ser tolerado já que depois, o software usado, consegue re-alinhar as fotos.

Existem muitos softwares para juntar várias fotos num HDR. O Photoshop, claro, o photomatix, o oloneo, nik hdr, mediachance hdr, etc. Experimentem e divirtam-se.

Normalmente o que eu faço, porque gosto de HDR’s que resultem em fotos normais, é obter uma imagem em TIF de 32bit e depois uso o Adobe Lightroom para… o que me apetecer. As imagens resultantes são “à prova de bala” no sentido em que, sendo muito escuras ou muito claras nunca “queimam” nos brancos nem “perdem detalhe” nas sombras.

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